Pode ser que sejam muitas, talvez poucas, só sei que as palavras começarão a fluir e brotar neste espaço. Conforme leres vais perceber o quão perigoso pode se tornar. Peço que não pare pois no final poderá dizer o que pensa.
Não direi que não me importo porque eu realmente me importo, eu leio e fico pensando no que estas pessoas estariam pensando naquele momento. Será que não levam em consideração que a opinião do próximo pode não ser válida a ele, mas que talvez faça muito sentindo ao tal do próximo?
Sei que temos todo o direito de expressão e é nele que nos caracterizamos, somos e seremos o que pensamos e desta forma digo que acho injusto ser crucificado por algo que pensa. Tudo que disser é seu e só seu. Pessoas vão compartilhar dessas palavras, mas nada vai tirar você de seu rumo. A não ser que queira.
Somos todos indivíduos particulares e mantemos nossas características, só cabe a nós julgar a si próprio. Eu sou como você e você é como eu, mas de um modo diferente. Entende? Vamos todos para o mesmo lugar. Ou será que o seu nada, chamado morte é menos nada que o meu?
Não estou defendendo nada, nem tampouco querendo algo.
Não tenho, não quero e não penso. Só sou e vou continuar sendo, como era até agora. Sendo nem sempre igual, mas sempre sendo.
Deixo aqui meus votos de que um dia possamos debater sem dores alheias e que possamos enfim seguir com nossas vidas.
Prefiro manter-me sóbria e presa a essa merda de realidade a embriagarme com a 'mariavaicomasoutrices'...
Mas, como disse, eu não penso e não acho NADA.
Não direi que não me importo porque eu realmente me importo, eu leio e fico pensando no que estas pessoas estariam pensando naquele momento. Será que não levam em consideração que a opinião do próximo pode não ser válida a ele, mas que talvez faça muito sentindo ao tal do próximo?
Sei que temos todo o direito de expressão e é nele que nos caracterizamos, somos e seremos o que pensamos e desta forma digo que acho injusto ser crucificado por algo que pensa. Tudo que disser é seu e só seu. Pessoas vão compartilhar dessas palavras, mas nada vai tirar você de seu rumo. A não ser que queira.
Somos todos indivíduos particulares e mantemos nossas características, só cabe a nós julgar a si próprio. Eu sou como você e você é como eu, mas de um modo diferente. Entende? Vamos todos para o mesmo lugar. Ou será que o seu nada, chamado morte é menos nada que o meu?
Não estou defendendo nada, nem tampouco querendo algo.
Não tenho, não quero e não penso. Só sou e vou continuar sendo, como era até agora. Sendo nem sempre igual, mas sempre sendo.
Deixo aqui meus votos de que um dia possamos debater sem dores alheias e que possamos enfim seguir com nossas vidas.
Prefiro manter-me sóbria e presa a essa merda de realidade a embriagarme com a 'mariavaicomasoutrices'...
Mas, como disse, eu não penso e não acho NADA.
Na escuridão perversa que a noite trazia, caminhou por entre as ruas desertas, querendo nada mais do que sentir que estava certo. Seus passos se tornavam cada vez mais pesados e seus olhos mais profundos. Sua escolha poderia ser errada, mas não havia mais tempo para arrependimentos.
A cada barulho um novo olhar sobre as últimas coisas que guardava em sua memória já cheia de impecílios para seguir. Desculpas. Desculpas para tudo o que havia para fazer.
O lúdico e imaterial desmediam suas palavras, distorcendo suas verdades. A consciência do que dizia não mais lhe pertencia. Não fazia questão de estar sendo delicado, apenas dizia o que achava de cada maldito poste e cada zumbido de mosquito que passava por ele.
Dentre todas as razões pelas quais levara a última medida estava a mais séria. Sua contrariação de si mesmo em ser alguém tão fraco, em não suportar sua insegurança e temor. Matando-se a cada dia um pouquinho ao levar-se ao mais baixo ponto onde podia enxergar. Não havia outra maneira de tirar de si o sufoco. Aliás. Havia, mas não lhe cabia julgar. Ele só executava e não pesquisava. Muito sabia. Pouco utilizava.
Por falta de uso, atrofiou-se e pôs-se a correr desesperadamente em direção ao nada. Em direção da morte. Seguindo-a passo a passo, querendo saber onde mora, o que faz e como vive (morre).
Sentou-se na calçada e começou a refletir. Coisa que os quase-mortos adoram fazer. Refletir sobre a vida. A vida que vai perder em instantes. Aquela que nunca viveu e nunca quis desfrutar. Deixa então ela ir, sumir no ralo e aí ele pensa, mas pensar não adianta mais e chora, mas o choro já não faz sentido e por fim grita, mas não de remorso e sim de dor. a dor que invade o corpo e formiga os dedos do pé. Vai subindo e matando seus tecidos, vai calando a voz que teu corpo possui ao mandar recados ao teu cérebro. Toma seu coração, enche ele de vazio, de escuridão e então já estás petrificado, já morreu como alma. O cérebro comete o maior dos erros. Resiste. Morre como a única coisa que tentou reagir.
A cada barulho um novo olhar sobre as últimas coisas que guardava em sua memória já cheia de impecílios para seguir. Desculpas. Desculpas para tudo o que havia para fazer.
O lúdico e imaterial desmediam suas palavras, distorcendo suas verdades. A consciência do que dizia não mais lhe pertencia. Não fazia questão de estar sendo delicado, apenas dizia o que achava de cada maldito poste e cada zumbido de mosquito que passava por ele.
Dentre todas as razões pelas quais levara a última medida estava a mais séria. Sua contrariação de si mesmo em ser alguém tão fraco, em não suportar sua insegurança e temor. Matando-se a cada dia um pouquinho ao levar-se ao mais baixo ponto onde podia enxergar. Não havia outra maneira de tirar de si o sufoco. Aliás. Havia, mas não lhe cabia julgar. Ele só executava e não pesquisava. Muito sabia. Pouco utilizava.
Por falta de uso, atrofiou-se e pôs-se a correr desesperadamente em direção ao nada. Em direção da morte. Seguindo-a passo a passo, querendo saber onde mora, o que faz e como vive (morre).
Sentou-se na calçada e começou a refletir. Coisa que os quase-mortos adoram fazer. Refletir sobre a vida. A vida que vai perder em instantes. Aquela que nunca viveu e nunca quis desfrutar. Deixa então ela ir, sumir no ralo e aí ele pensa, mas pensar não adianta mais e chora, mas o choro já não faz sentido e por fim grita, mas não de remorso e sim de dor. a dor que invade o corpo e formiga os dedos do pé. Vai subindo e matando seus tecidos, vai calando a voz que teu corpo possui ao mandar recados ao teu cérebro. Toma seu coração, enche ele de vazio, de escuridão e então já estás petrificado, já morreu como alma. O cérebro comete o maior dos erros. Resiste. Morre como a única coisa que tentou reagir.
Nada mais sensato que fazer o tempo andar.
Nada mais ridículo do que ver ele passar.
Não pare pra ver o tempo virar
Não comece a contar o tempo porque ele vai te enrolar.
E vai dizer que tu não sabes que o tempo vai continuar
pois sem ele não existe dia, hora mês nem lugar.
Nome para as coisas
número para as horas.
Nem tão velho
Nem tão novo.
Começa
acaba.
Antes
depois
do
tempo.
Passou já.
Nos limitamos a dizer: "Tudo bem"
Estranhamos o fato de estarmos bem.
Tudo está sempre bem.
Não se importe em dizer coisas sensatas.
Elas nunca fazem sentido.
Eu mesma nunca as digo,
prefiro o abstrato concreto das coisas impossíveis.
Concreto esse que ora é sólido
Ora vazado.
Não rime
não cante
só prenda a respiração
até sentir formigar
aí pare. E comece a sentir o que há de verdade.
Não está tudo bem
e isso é bom
porque são nas coisas anormais que encontramos nossa normalidades
e nos sentimos renovados em ver que tudo pode mudar
jáa que nada está bem.
Não estando bem
está ótimo.
Ora é bom
ora não é mais.
É irracional,
eu sei,
mas o que não é?

